Sorriso

Um sorriso
Move tudo
E tudo transforma,
Por isso eu sorrio…
Para a minha vida ganhar forma.




Sun

Sun

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Poesia?



Sem ter que pensar no mundo,
Mas pensar no que nele existe.
Vivo nos sorrisos dos sentimentos,
Nas gargalhadas dadas...
Nos passos de uma dança
Sem olhar para quem me vê.
Sinto o afecto da amizade,
Por eles…
Sim…por vocês meus amigos.

Voltei a nascer,
Voltei a ser aquela que se deleita com as palavras que escreve...
Voltei a sorrir, da mesma forma que me levantei.

Se choro de felicidade,
Se sorrio…por motivos, não sei...
Devo isto a vós,
Devo tudo isto a momentos.

Se um dia me perguntarem o que é para mim poesia,
Respondo apenas:
É tudo que faz parte da minha vida...
Por isso…amigos são poesia.

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Uma visão dimensionaria sobre Solis is

O ser Humano é composto de mudanças, é gerado, criado, “desenvolvido” no meio de outros, nasce para aprender, para reproduzir, para ser feliz…Cada individuo tem que aceitar as regras de ter na família e aprender a viver com cada membro até que a vida lhe prive de o fazer… Por outro lado, cada individuo tem a particularidade de escolher as pessoas com quem querem conviver, aprender, partilhar momentos bons e menos bons e o direito de as dispensar quando vir que chegou o momento, assim como o direito de os guardar para sempre na vida como se fossem tatuagens, a isso chamamos amigos e/ou mais do que isso. O ser Humano é distinto, e caracteriza-lo torna-se relativo…Cada ser tem o seu feitio, seus defeitos, virtudes, grandes ou pequenos feitos, erros, tem um passado, saudades, sentimentos de culpa, o futuro traçado embora nunca vivido, planos, sonhos…o ser Humano tem entes, pessoas que passam na vida dele que deixam marcas, umas ficam perto, outras longe e outras não voltam mais…o ser humano é feito também de lágrimas e sorrisos, derrotas e vitórias, de vida e de morte…
Aqui me encontro para dar um parecer, fazer o que me limito a fazer todos os dias, caracterizo mentalmente as pessoas que lidam comigo diariamente de forma intrínseca, guardando somente para mim. Hoje, caracterizo uma pessoa, aquela com quem mais me identifico, mas faço-o para o papel!
Vera Solange Lima Cunha…outrora uma criança feliz, normal, mas que teve que aprender a viver com as adversidades e as partidas que a vida, injustamente, lhe pregou…desnorteou-a, entristeceu-a, tornou-a na pessoa que ela é hoje…ora tímida, ora ousada, contudo, firme na maneira de pensar…não é influenciável, é individualista, inconformista, porém, determinada e impetuosa… Admirada por muitos, e creio que invejada por alguns…acho que é uma pessoa insegura no que pensa, porém, segura no que faz…sensível, por vezes não controla emoções, é sonhadora e fantasista. É capaz de permanecer durante um longo período de tempo num mundo à parte, mas sempre com os pés assentes na terra. O seu interior é cheio de conflitos, a cabeça e coração tem atritos fora do vulgar com alguma frequência, mas são organizados ao ponto de “fazerem as pazes” no momento certo. Solange é dotada de uma inteligência sensível, o gosto e a necessidade pela escrita faz com que ela tenha “introspecções periódicas” ao passar para o papel aquilo que, no momento lhe vai na alma…Poetisa, o que muitos lhe chamam…
E defeitos? Não é que os tenha, mas muitas vezes os mostra...diria que tem uma “quase dupla personalidade” e talvez vou contrariar, um pouco, aquilo que já referi! Vera é fria, insensível, arrogante, orgulhosa…Calculista nas amizades e nos amores…desconfiada…agressiva na frontalidade…imperceptível…Enfim, Solis is “ é feita” metade defeito, metade virtude, como qualquer ser Humano, como ela próprio o diz: “ Quem gostou, gostou, quem não gostou…”
Dona de algo peculiar, que vai ficar, indelevelmente, marcado, o seu característico sorriso que demonstra um pouco da sua obliqua felicidade…nem sempre é visível, mas o olhar que é notável mostra bem aquilo que realmente ela é e aquilo que ela quer, e o que ela quer, ela sabe que vai conseguir, porque, nem a imagem da sua veste negra a vai conseguir escurecer…Eu limito-me a contempla-la, a estima-la, a admira-la e a fazer dela a tal tatuagem.

Vítor Hugo F. Lopes